Sobre a insemina

A Insemina nasce com o foco dirigido para três pilares que julgamos essenciais ​no atendimento do casal infértil:oferecer​ tecnologia avançada e segura no tratamento da infertilidade, atendimento humanizado e custos sintonizados com a realidade ​de cada paciente.

Parte do princípio de que os casais que enfrentam dificuldades para ter seu bebê merecem toda a atenção, especialmente, porque a infertilidade gera uma notória fragilidade na auto estima de ambos parceiros.

O casal que vive o drama de ainda não ter chegado o seu sonhado bebê não pode ser tratado em série. Merece um atendimento individualizado onde será identificado o seu problema, tratado com técnica eficaz e com um custo ajustado à complexidade do procedimento, sem esquecer a realidade econômica de cada paciente.

A Insemina oferece aos casais desde a mais simples modalidade de tratamento até os mais modernos e avançados tratamentos de reprodução assistida.  

Uma equipe permanentemente atualizada no Brasil e no Exterior, englobando as áreas de infertilidade conjugal, reprodução assistida,  embriologia, endoscopia ginecológica, ginecologia endócrina, ultrassonografia e psicologia, estará atenta aos problemas de cada casal para identificar a melhor forma de tratamento.

Não temos dúvida, de que cada paciente sentirá no atendimento da Insemina  uma atenção voltada para uma assistência altamente especializada. Isso se acompanha do acolhimento e calor humano que permitem enxergar em cada paciente um ser especial, que deve receber não só a tecnologia necessária, mas, um tratamento integral, individualizado e ajustado à sua realidade.

Responsável Técnica: Dra Gérsia Viana

Dúvidas frequentes

Separamos algumas das dúvidas mais comuns que recebemos dos nossos pacientes. Sinta-se à vontade para nos enviar a sua dúvida através da seção de contato do site.

QUEM APRESENTA INFERTILIDADE?

Identificamos o casal com infertilidade quando, após um ano tentando obter uma gravidez, sem nenhum método anticoncepcional e tendo relações sexuais frequentes, não surge a gravidez.

QUAIS AS CAUSAS DE INFERTILIDADE NA MULHER?

A causa feminina da infertilidade está presente em 40% dos casais inférteis.  O problema poderá estar  relacionado a:

1- Defeitos ovulatórios. Muitas mulheres apresentam atrasos menstruais e menstruam a cada dois a três meses e algumas vezes passam um período maior sem menstruar. Isso pode estar relacionado à Síndrome dos Ovários Policísticos quando,  via de regra, a mulher não ovula regularmente. Não havendo liberação frequente de óvulos pelos ovários a gravidez se torna mais difícil.

Existem situações onde a mulher ovula de modo defeituoso e a fase pós ovulatória, que é chamada de fase lútea, se torna inadequada, com produção insuficiente de progesterona. Essa situação reduz as chances de gravidez e se acompanha de maior risco de abortamento.

Por outro lado, mulheres que menstruam regularmente todos os meses habitualmente tem ovulação normal e os níveis hormonais são normais, especialmente, em mulheres abaixo de 40 anos.

2- Endometriose.  Uma das queixas frequentes das mulheres com endometriose é dificuldade de engravidar e menstruações que se acompanham de cólicas incomodativas, a tal ponto de necessitarem uso de medicações.

O útero possui três camadas: a mais externa é o peritônio, ou serosa, que reveste o útero.  A camada do meio é um músculo denominado miométrio e sua principal função é promover contrações no momento do parto para expulsar o bebê.

A camada interna é o endométrio que descama todos os meses no momento da menstruação, sendo eliminado junto com o sangue menstrual. Um novo endométrio se forma em todos os ciclos. No momento em que se descama o endométrio, este pode ser expulso não somente para vagina mas seguir para o abdome pelos orifícios das trompas. Em 10% das mulheres esse endométrio que atinge o abdome aí se implanta. Todos os meses o endométrio fora do seu lugar descama como o endométrio dentro do útero. Essa filial de endométrio gera a enfermidade que se chama endometriose.

O principal mecanismo pelo qual a endometriose se manifesta é mediante o processo inflamatório que se desenvolve no abdome e forma aderências que aglutinam os órgãos pélvicos e impede o processo de captura do óvulo que sai do ovário e deveria ser colhido pela trompa.  

Esse processo inflamatório gera contrações uterinas intensas e justifica as cólicas referidas pela maioria das mulheres com endometriose.

3-Defeitos anatômicos. Esses defeitos podem ser de origem congênita (presentes já ao nascer) ou adquiridos ao longo da vida.

Podem estar situados em vulva e vagina, útero, trompas, ovários e até mesmo no peritônio que reveste a pelve.

Os principais defeitos congênitos relacionados ao processo reprodutivo estão sediados no útero. Pode ser desde a ausência de útero, ou mesmo a sua duplicação (útero didelfo). A formação defeituosa da cavidade uterina é uma outra situação e gera o que se chama de útero bicorno, útero septado e útero unicorno.

Os defeitos adquiridos mais importantes podem estar presentes no útero e são representados pelos miomas, pólipos  e pela adenomiose.  Pode ocorrer também inflamação do endométrio (endometrite) e formação de cicatrizes (sinéquias).

As trompas são mais frequentemente  agredidas por infecções, principalmente aquelas de transmissão sexual, que podem produzir obstrução total ou parcial de uma ou de ambas as trompas.  Essas alterações tubárias estão entre as mais frequentes causas de infertilidade e de gravidez nas trompas. A essas alterações tubárias descritas, devem ser acrescentados os casos em que a mulher submete-se a ligadura das trompas e depois decide ter novos filhos necessitando de tratamento cirúrgico ou tratamento mediante fertilização in vitro.

No ovário podem formarem-se cistos e entre eles os cistos de endometriose (endometriomas) que são capazes de prejudicar o funcionamento ovariano.

No peritônio pélvico, eventualmente, ocorre a produção de aderências entre os órgãos como sequelas de cirurgias ou mesmo de infeções  genitais. Essas aderências dificultam a captura do óvulo pela trompa no momento da ovulação.

4-Redução da reserva ovariana. Constata-se nos dias de hoje que as mulheres cada vez mais adiam seu projeto maternal. Isso equivale a dizer que, ao preferir ocupar um melhor espaço profissional, ela opta por retardar a maternidade e programa sua primeira gestação próximo dos 40 anos. O período mais fértil da mulher está entre os 18 e 30 anos. É fato cientificamente comprovado que após os 35 anos de idade inicia-se uma redução progressiva dos  folículos ovarianos e isso se acompanha de um prejuízo da fertilidade, que se agrava com o avançar da idade feminina. A idade também pesa para o homem , porém, de modo muito menos acentuado.

Hoje o percentual de mulheres que buscam as clínicas de fertilidade já apresentando uma redução da sua reserva ovariana é elevado. Para essas mulheres muitas vezes as técnicas de reprodução assistida são propostas para facilitar a obtenção de uma gravidez antes que o declínio da fertilidade impeça uma gravidez com os próprios óvulos.

5- Outras causas. A causa da infertilidade pode ainda estar presente, menos frequentemente,  no colo do útero e em fatores imunológicos.

Em 10 a 20% dos casos a pesquisa de infertilidade não consegue identificar o motivo pelo qual a gestação não está acontecendo espontaneamente.  Ë chamada de infertilidade sem causa aparente.

QUAIS AS CAUSAS DE INFERTILIDADE NO HOMEM?

A causa masculina da infertilidade está presente em 40% dos casais inférteis.  Em 20% das vezes o problema está presente em ambos: homem e mulher. O motivo poderá estar  relacionado a:

1Azoospermia. É a ausência de espermatozoides e pode estar relacionada a problemas genéticos, infecção pelo vírus da caxumba. Azoospermia também justifica a infertilidade de homens que fizeram vasectomia e decidiram ter mais filhos, tendo de recorrer ao tratamento cirúrgico ou mediante reprodução assistida.

2-Outras causas de infertilidade masculina. Existem situações onde os espermatozoides estão presentes, porém, em menor número que o desejado (oligozoospermia). Por vezes o motivo da infertilidade é uma baixa motilidade espermática (astenozoospermia) ou mesmo o percentual elevado de espermatozoides com defeitos em sua forma (teratozoospermia). Quando o número de espermatozoides mortos encontrados no espermograma é acentuado denomina-se necrozoospermia.  Estas situações podem se relacionar com varicocele, infecções do aparelho reprodutor e hábitos comportamentais como o fumar, uso de inseticidas na lavoura, uso de medicações. Por vezes, determinadas enfermidades podem ocasionar defeitos espermáticos como diabetes, hiperprolactinemia, neoplasias e outras.

QUANDO DEVEMOS NOS PREOCUPAR PORQUE O BEBÊ NÃO CHEGOU?

Quando a mulher possui menos de 30 anos pode aguardar dois anos, isto se não apresenta indicativos de falha na saúde reprodutiva. Por exemplo, mulheres que ficam dois, três ou mais meses sem menstruar. O seu ginecologista pode averiguar essas situações.

Após os trinta anos não deve esperar mais que um ano sem buscar auxílio médico na ausência da gravidez esperada.

Após os 35 anos esse tempo de espera deve ser reduzido para seis meses.

Após os 40 anos deve checar sua saúde reprodutiva tão logo planeje uma gravidez. Nesta faixa etária há um rápido declínio da fertilidade na mulher.

No homem as alterações decorrentes do avançar da idade são menos evidentes, entretanto, não deve retardar a concepção porque após os 40 anos enfermidades que venham a surgir (como a diabetes mellitus, por exemplo) podem comprometer a fertilidade.

EXISTE UMA IDADE LIMITE PARA UM TRATAMENTO ESPECIALIZADO?

O Conselho Federal de Medicina limita a idade da mulher para submeter-se a tratamento de reprodução assistida. Esse limite foi introduzido recentemente e as clínicas de reprodução assistida são orientadas a não proceder tais tratamentos em mulheres que ultrapassaram 50 anos de idade.  Tal decisão baseou-se no fato de que gestações que ocorrem após essa idade se acompanham de maior risco para mãe e para o bebê. Entretanto, mulheres saudáveis tem ganho autorização judicial para que as clínicas procedam a reprodução assistida após os cinquenta anos, desde quando a mulher comprove boa saúde física que não comprometa o resultado da gravidez para o binômio materno-fetal.

Para o homem não foi estabelecido limite de idade.

Outras dúvidas
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