Representa a técnica que oferece reais chances de sucesso para um terço dos casais com problemas de infertilidade.

Mulheres com boa reserva ovariana, jovens e com parceiros possuindo espermatozoides viáveis, possuem elevadas chances de gravidez.

Está indicada em casais onde as mulheres possuem trompas obstruídas ou com outras patologias, em casos de alteração seminal importante no parceiro, endometriose, infertilidade sem causa aparente, na preservação da fertilidade por razões diversas, na mulher de idade avançada onde outros tratamentos não surtiram o efeito desejado e  em outras situações especiais.

Nessa técnica a mulher usa medicações para que os ovários desenvolvam diversos folículos, no interior dos quais amadurecem os óvulos e no momento oportuno, identificado habitualmente por ultrassonografia, o médico marca a coleta dos óvulos.

Os óvulos são colhidos por via vaginal, sob efeito de uma leve anestesia, que permite uma coleta indolor para a mulher.

Os óvulos maduros são inseminados com os espermatozoides do parceiro e os óvulos que fertilizaram e se transformaram em embriões são depositados no útero. Quando resultam embriões excedentes os mesmos são congelados para utilização futura. A colocação dos embriões no útero se dá no período de dois a cinco dias após a coleta dos óvulos.

A FIV é hoje, também, muito usada para mulheres na menopausa ou próximas da mesma e que desejam engravidar. Nessas condições, habitualmente, usam-se óvulos de doadoras mais jovens.